O Corinthians conversa com duas empresas para fechar um novo naming rights para o estádio localizado em Itaquera, zona leste de São Paulo. A confirmação partiu do próprio presidente Osmar Stábile.
Além da possível parceria com a Caixa Econômica Federal, outras duas empresas procuraram o Corinthians para tratar sobre o tema. O clube paulista quer receber na casa dos R$ 50 milhões por ano com o novo acordo.
“Além das negociações com a Caixa, Corinthians trabalha com otimismo para a venda do naming rights do seu estádio com outras duas empresas. E essa revelação me foi feita pelo presidente Osmar Stabile. Entrei em contato com o presidente nessa quinta-feira para perguntar como é que andavam as negociações em relação à Caixa. Desde o ano passado, Corinthians tenta um acordo com a Caixa para que o Banco estatal nomeie o estádio do Corinthians e em troca zere aquela pendência do financiamento que hoje gera na casa dos R$ 650 milhões e que tem juros astronômicos. Pois bem, o presidente se mostrou bastante otimista com outras duas negociações de empresas que procuraram o Corinthians com a intenção de comprar o nome do estádio alvinegro, com a lembrança de que desde o ano passado a multa para a quebra do contrato com a Neo Química, que dá nome ao estádio alvinegro, caiu para algo na casa dos R$ 50 milhões. Timão entende que o atual contrato tá muito baixo, R$ 300 milhões por um vínculo de 20 temporadas. Isso equivale a mais ou menos R$ 15 milhões por ano de receita com Naming Rights. A ideia do Corinthians é levar para algo na casa dos R$ 50 milhões e o fato de o Palmeiras ter trocado recentemente seus naming rights ajudam nas tratativas. A gente deve ter novidades nos próximos dias. O presidente do Corinthians está bastante otimista de que essa pode ser uma nova e importante fonte de receita pro clube”, revela o jornalista Jorge Nicola.
Um possível acordo com a Caixa seria o melhor dos mundos para o Corinthians, que se livraria da enorme dívida de R$ 650 milhões com o banco estatal referente à construção do estádio.
O clube sabe, porém, que os valores com a Hypera Pharma estão defasados. Os R$ 15 milhões anuais recebidos pelo nome Neo Química estão bem abaixo dos novos acordos dos estádios brasileiros.
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