Depois de um início de ano arrebatador, o Corinthians vive agora uma crise. Após a eliminação na Copa Libertadores da América, a reformulação começou: Emerson Sheik e Paolo Guerrero não terão seus contratos renovados e Sérgio Janikian não é mais o diretor de futebol. A questão financeira é a que mais preocupa a direção do Parque São Jorge, que tem o estádio para pagar, e dívidas de direito de imagem e premiação com o elenco.
Em meio a tudo isso, o ex-presidente e agora superintendente de futebol, Andrés Sanchez, tem recebido mensagens diárias de cobrança em seu Twitter, o que não acontecia com tanta frequência em outros tempos, quando estava acostumado com recados como “volta, presidente”. Incomodado, o dirigente tem respondido às críticas: disse que está fora da administração e cada dia mais longe.
Deputado federal, Andrés passa a maior parte da semana em Brasília. Segundas e sextas, costuma estar em São Paulo. Na derrota para o Guarani do Paraguai, em Itaquera, dia da eliminação da Libertadores, o ex-presidente não estava no estádio.
Roberto de Andrade, atual presidente, o tem como principal homem de confiança. Foi eleito, aliás, muito por conta do seu apoio.
O Corinthians anunciou nesta sexta a saída de Sérgio Janikian da direção do futebol. Depois de ter se envolvido em diversas polêmicas em apenas três meses, pediu para sair, segundo o presidente alvinegro. O cargo deve ficar ainda por algum tempo vago.
Em coletiva de imprensa, Roberto de Andrade também informou que não ficará com Emerson Sheik, que tem contrato até o final de julho. Sobre Paolo Guerrero, não houve acordo financeiro e o peruano também se desligará do time.
Fonte: ESPN




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